Você sabe o que é PROJETO DE VIDA? E o seu aluno, sabe?

Projeto de Vida é um conjunto de atitudes que a pessoa adota como as suas mais nobres e valiosas definições e decisões acerca de si e das relações que estabelecerá com a vida nas mais diversas áreas.

Você pode contribuir com a construção do projeto de vida de seu aluno, incluindo em seu currículo temáticas relevantes como autoconhecimento, valores humanos, ética, escolhas assertivas, sustentabilidade. A Metodologia OPEE oferece materiais que contemplam estas práticas por meio de atividades, jogos e projetos especiais que vão passo a passo formando e informando, favorecendo a construção de projetos de vida nobres e transformadores para crianças e adolescentes.

 

A partir da Educação Infantil incentivamos os alunos a se perceberem, a lapidarem seus pensamentos, sentimentos e atitudes para que se aproximem da melhor versão de si mesmos, peguem a vida nas mãos e façam as coisas acontecerem.

“Quem tem um projeto de vida nobre aprende a medir seus passos, mas nunca seus sonhos. Quem tem um projeto de vida ético afasta-se do vício aproximando-se mais de um autoconceito positivo, com foco, autonomia e perseverança.”

II Encontro OPEE 2018

No último dia 23 de agosto, em São Paulo, tivemos 4 aulas especiais com Leo Fraiman, que abordou os temas da Metodologia OPEE de forma lúdica, provocando momentos emocionantes e lúdicos para mais de 500 participantes.

Se não conseguiu participar, confira em nossas redes sociais as fotos do encontro e no Portal Capacita assista as aulas na íntegra.

Empregos do futuro

Empregos do futuro
Um guia para obter – e permanecer empregado nos próximos 10 anos

O trabalho está mudando devido à automação e inteligência artificial, mas não indo embora.
Com base nos principais dados macroeconômicos, político, demográfico,  cultural, empresarial e tendências tecnológicas observáveis hoje, propomos 21 novos empregos que surgirão nos próximos 10 anos.

A Metodologia Opee e o projeto de vida dos alunos amazonenses

A Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino e a empresa EDITORA FTD S/A firmaram parceria para utilizar os livros da Metodologia Opee em escolas estaduais da capital e do Estado do Amazonas.

A diretora pedagógica, Silvana Pepe, participou de uma formação ao vivo em um estúdio de gravação para  professores de 13 municípios amazonenses, abordando temas relacionados ao novo material, tais como Autoconhecimento, Escolha Profissional, Método de Estudo, Mercado de Trabalho, Educação Financeira evidenciando também a importância do desenvolvimento das habilidades socioemocionais e valores humanos.

Foram 4h de formação, incluindo vídeos do autor da coleção Empreendedorismo e Projeto de Vida, navegação pelo site e portal de capacitação, além de uma reflexão sobre o mundo contemporâneo e as novas demandas sociais.  Ao final da fala, os professores participaram de um chat onde puderam esclarecer dúvidas a respeito do material.

I Encontro Opee 2018

Inspiração para voos cada vez mais altos!

Recorde de educadores de escolas parceiras OPEE/FTD presentes no último sábado, dia 17 de Março, fizeram com que o encontro abraçasse causas da maior relevância educativa. As Emoções e o Imaginário da Criança; Alfabetização Emocional; Convivência e Escolhas; Motivação para Estudar e Competências Socioemocionais foram os temas geradores deste trabalho, que esperamos, promova muita transformação e inspiração em nossas escolas!

Porque inspirar pessoas a tomarem suas vidas nas mãos é plantar a semente de seres humanos conscientes, felizes, éticos e comprometidos com o futuro.

Estudos da OCDE(Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sobre competências

Competências para o progresso social
O poder das competências socioemocionais 

 Este relatório apresenta a síntese do trabalho analítico da OCDE sobre o papel das competências socioemocionais e propõe estratégias para desenvolvê-las. Analisa, ainda, os efeitos das competências sobre diversos indicadores de bem-estar individual e progresso social, cobrindo aspectos de nossas vidas tão diferentes quanto educação, desempenho no mercado de trabalho, saúde, vida familiar, engajamento cívico e satisfação com a vida. Também discute como legisladores, escolas e famílias facilitam o desenvolvimento de competências socioemocionais mediante programas de intervenção, ensino e criação. Ele não apenas identifica perspectivas promissoras para fomentar as competências socioemocionais, com também mostra que essas competências podem ser mensuradas de forma significativa dentro de limites culturais e linguísticos.

Conteúdo

Sumário executivo

Capítulo 1. O papel da educação e das competências no mundo atual

Capítulo 2. Contextos de aprendizagem, competências e progresso social: uma estrutura conceitual

Capítulo 3. Competências que promovem o sucesso por toda a vida

Capítulo 4. Contextos de aprendizagem que promovem a formação de competências

Capítulo 5. Políticas, práticas e avaliações que ampliam as competências socioemocionais

Capítulo 6. Como fomentar competências socioemocionais?


Confira o documento completo:

Palestra da Metodologia Opee no Colégio Elias Zarzur

O tema da noite de ontem no Colégio Elias Zarzur em São Paulo foi Empreendedorismo e Projeto de Vida!

O encontro, proposto pela escola para pais de alunos, oportunizou que importantes reflexões fossem feitas acerca da contemporaneidade e de como podemos auxiliar nossas crianças e jovens a desenvolverem projetos de vida sadios, sustentáveis e felizes, para se tornarem protagonistas e agentes transformadores do futuro!

A palestra, ministrada pela educadora Silvana Pepe, apresentou a Metodologia OPEE, material que é referência na formação de pessoas que pensam, sentem e agem motivadas por valores claros e atitudes éticas, comprometidas com um mundo melhor, para si e para a humanidade.

Ao final do encontro, os pais receberam o livro Projeto de Vida em Família, de autoria do professor Leo Fraiman, autor também da coleção OPEE.

Encontro OPEE

Centenas de professores por projetos de vida com atitude

Centenas de educadores reunidos com um único propósito: fazer da educação a grande possibilidade para a transformação da sociedade no sentido de mais colaboração, mais atitude, mais conexão entre escolas e famílias e menos preconceitos. O II Encontro de Educadores OPEE 2017, chamado de “Projeto de vida com atitude”, foi um sucesso, e reuniu centenas de pessoas em São Paulo, no dia 19 de agosto.

No evento, foi anunciada a nova identidade visual e conceitual da OPEE, sigla que designava Orientação Profissional, Empregabilidade e Empreendedorismo e hoje é OPEE Educação, uma marca-mãe que agrega três submarcas: Metodologia OPEE, Escola para pais e Desafios contemporâneos. A nova identidade une tanto inovações visuais quanto de conteúdos.

No grafismo da marca, uma asa define a essência da OPEE: voar com sentido, por meio do conhecimento. “Sentido é direção. O ponto que norteia nossos caminhos, que inspira nossos sonhos e constrói nossas realidades. Sentido é significado. A tradução de nossas ações, de nossos encontros e buscas. Sentido é sentimento. As percepções e emoções que nos conectam com o outro e com o mundo”, explica o manifesto da nova marca.

Neste encontro com os educadores, as novidades foram apresentadas diante de muitos conteúdos conectados a ela, com palestrantes tanto da nossa equipe quanto convidados. Mariana Pires, da Rede Ubuntu, falou sobre a importância da conexão entre as pessoas por meio de um trabalho inovador chamado Eupreendedorismo; Tiago Tamborini trabalhou o desafio de educar as novas gerações, conectando escolas e família; Alessandra Borelli, coautora da coleção Cidadania Digital, abordou a era das conexões, os riscos e oportunidades do cyberespaço; Marcos Brogna, autor da Trilogia Contemporânea (Liberdade, Sustentabilidade e Diversidade) e coautor de “Diversidade e Sexualidade”, focou a compreensão e aceitação das diferenças como fundamentais para o ato de educar; e Leo Fraiman, idealizador da Metodologia OPEE, fechou falando da educação que permite a construção de projetos de vida com atitude, a alma da OPEE Educação.

Os educadores ainda trocaram experiências em momentos de interação e ganharam uma caneca com a nova logomarca, levando para casa uma lembrança de um encontro muito especial.

Mais leve e com visual moderno, a nova OPEE, ou OPEE Educação, é composta por:

- Metodologia OPEE: Coleção OPEE, sustentada nos eixos Autoconhecimento, Inteligência Emocional, Educação financeira, Escolha Profissional, Empregabilidade, Mercado de trabalho e Métodos de estudo, que atende da Educação Infantil ao Ensino Médio e já ajudou a construir o projeto de vida de mais de um milhão de alunos; Cidadania Digital, coleção para o Ensino Básico que traz conteúdos que auxiliam na construção da cidadania em tempos digitais; Oficinas de Empregabilidade, com 12 temas voltados para a educação focada no mercado de trabalho.

- Escola para pais: uma nova frente de conteúdos digitais que auxilia as famílias a aprenderem junto com seus filhos e construir com eles um projeto de vida de escolhas mais sustentáveis, sadias e felizes;

- Desafios contemporâneos: linha de atuação formada por projetos na área de diversidade, sustentabilidade, os limites da liberdade na era digital e sexualidade. Tem como base teórica os livros da Trilogia Contemporânea (com os títulos “Liberdade”, “Diversidade” e “Sustentabilidade”), voltados para educandos; “Diversidade e Sexualidade”, para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo; e “Sexplicando”, que será lançado ainda este ano trabalhando a sexualidade com educandos.

O II Encontro OPEE Projeto de vida com atitude foi realizado no centro de eventos Rebouças, na capital paulista. O próximo encontro do tipo será no início do próximo ano, trazendo novas oportunidades de encontros presenciais de educadores que trabalham com os conteúdos OPEE Educação. A nova marca traduz um trabalho de consultoria feito pelas empresas Mercare e Pura Design, parceiras da OPEE Educação.

Escola parceira da OPEE leva alunos ao Jequitinhonha

A desigualdade social é um dos problemas históricos do Brasil e a educação tem tudo a ver com o tema, porque na formação de pessoas capazes de construir um país mais justo está a esperança de dias melhores. E há projetos inspiradores nesse sentido, um dos quais conhecemos de perto. Trata-se Projeto Jequitinhonha, uma ação encampada pelo colégio John Kennedy, de Pirassununga, interior de São Paulo, que coloca os alunos diretamente em contato com uma das regiões mais pobres do Brasil (o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais), fomentando não apenas a conscientização sobre a desigualdade como ações concretas para enfrentá-la.

O Projeto Jequitinhonha foi implantado em 1999 por inspiração do padre Humberto Capobianco, diretor geral do colégio. Ele entrou em contato com o pároco Fernando Ruaro, da região do Jequitinhonha, oferecendo a participação em ações sociais focando alimentação e alojamento. No ano 2000, os alunos aceitaram o desafio e rumaram para o Vale com a intenção de ajudar famílias carentes. Desde então, só cresceu. Em 2014, o trabalho chegou a atender 3 mil moradores do Jequitinhonha em atividades desenvolvidas em 12 comunidades, com perspectiva de mais crescimento para anos seguintes.

O processo tem início na formação de 70 a 80 alunos do John Kennedy mais 20 adultos que os acompanham, dos quais são selecionados 26 alunos e 16 adultos para a ação prática. A ideia não é ser assistencialista, mas atuar no sentido da orientação e instrução em áreas como saúde da mulher e do homem, educação ambiental, educação doméstica, intercâmbio com jovens, higiene básica e bucal.  Enquanto trabalham na conscientização sobre esses temas, os alunos também aprendem com a cultura local e criam laços com uma realidade que muitas vezes desconheciam.

Os resultados de 2014 são expressivos considerando que quem os coloca em prática é um número de alunos que não daria mais que uma turma na escola. Foram 1.197 crianças de 3 a 7 anos atendidas em atividades lúdicas, educativas e de higiene básica, processo em que recebem também creme dental, escova e sabonete para atividades práticas; 325 mulheres participantes de encontros sobre saúde, que abordou temas como prevenção do câncer de colo de útero, câncer de mama, diabetes, hipertensão e depressão; e 460 jovens orientados quanto à prevenção de DST (Doenças Sexualmente Transmitidas).

Além desses resultados práticos, há outros importantes que ficam para a vida toda, como a experiência única ao aluno de conviver, ainda que por poucos dias, com uma cultura diferente e aprender com ela. Aos moradores do Vale, há transformações em seus hábitos que se comprovam nas visitas feitas em anos seguintes. “Os jovens se colocam a serviço daqueles que mais necessitam”, relata Wilson Saulino, professor do colégio, que adota a Metodologia OPEE, e um dos coordenadores do projeto. Saulino também ministra aulas de OPEE para alunos mais novos, do Fundamental I, e mostra a eles os resultados do projeto como exemplos práticos dos valores que são trabalhados na coleção OPEE.

 

O Projeto Jequitinhonha revela uma das mais nobres ações da humanidade, seja no campo pessoal como no profissional: servir por um mundo melhor.

 

“Você acorda e começa a enxergar o mundo como ele é”

“O mundo não muda sozinho, cada pequeno ato já é importante”. São palavras de Isadora Travagin, uma ex-aluna do colégio John Kennedy que participou do Projeto Jequitinhonha. Ela conta que cresceu com a experiência e se considera, hoje, um ser humano melhor. “Aprendi a parar de reclamar à toa. Lá, a gente dorme no chão, tem horário para comer e comida certa: se for macarrão e a pessoa não gostar de macarrão, não vai ter outra coisa. A gente vê a pobreza de perto, mas também vê uma enorme riqueza cultural e afetiva, que nos ensina. E lá as pessoas não segregam, como aqui. Pobre brinca com rico, mora do lado”, relata.

Isadora, que hoje está na universidade, em São Paulo, conta que a participação no Projeto Jequitinhonha a ajudou a entender melhor o que é cooperação. “O grupo tinha de colaborar, dividir, não podia atrasar e a gente tinha de pensar em tudo como equipe. Quando voltei, passei a observar mais os atos alheios e me incomodar com desperdícios e com falta de educação com os outros. Quando a gente está presa no nosso mundinho, tudo é cômodo”, ela conta.

A jovem diz que a experiência será levada por toda sua vida, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. “Antes do projeto, eu não tinha o costume de visitar áreas mais pobres ou fazer algo que visa a sociedade, e hoje eu tenho. E aí, quando você sai da rotina para ver e viver com outras pessoas em outra realidade, você acorda e começa a enxergar o mundo como ele realmente é”. Isadora diz que, a partir dessa experiência, será uma profissional com foco na construção de um mundo melhor e não apenas em vitórias individuais.